A causa

O Congresso vota o seu salário, a sua saúde e os seus direitos. Todos os dias.

Escala de trabalho, remédio no posto, aposentadoria, o preço da comida: quase tudo passa por deputados e senadores. Esta página mostra, com dados, por que a eleição de 2026 para o Congresso é decisiva — e o que fazer a respeito.

O tamanho do problema

Os brasileiros já perceberam que algo está errado

A reprovação ao Congresso é idêntica entre eleitores de esquerda e de direita: o descontentamento transcende a polarização — e ainda não tem representação organizada.

15%

aprovam o trabalho do Congresso — o menor patamar recente (Datafolha, mai/2026).

78%

acreditam que o Congresso atua em interesse próprio (Datafolha).

75%

reprovam os presidentes da Câmara e do Senado (Quaest, jul/2025).

52%

não confiam no Congresso — a instituição menos confiável entre os Poderes (Quaest, ago/2025).

Como chegamos aqui

Uma máquina de reeleição paga com dinheiro público

O controle de fatias crescentes do orçamento fortaleceu quem já tem mandato — com pouca transparência sobre o destino dos recursos.

R$ 56 bi

em fundos eleitoral e partidário disponíveis para 2026 — recorde histórico (LDO/Orçamento 2026).

R$ 60 bi

em emendas parlamentares pulverizadas no orçamento da União.

81%

de reeleição de prefeitos em 2024 — a maior taxa da história democrática.

14 de 15

municípios auditados não tinham rastreabilidade no uso de emendas (CGU/ADPF 854).

A linha do tempo: o orçamento impositivo (2015) obrigou o governo a pagar emendas; o orçamento secreto (2020–2022) reduziu a transparência sobre quem decide o destino do dinheiro; e as chamadas emendas Pix permitem transferências sem plano de trabalho ou convênio prévio.

O que isso custa a você

Quatro votações que mostram de que lado cada um joga

Emendas Pix sem fiscalização

Transferências sem plano de trabalho ou convênio prévio, que elevam em cerca de 10% a chance de reeleição de quem já tem mandato (FGV/Insper).

PEC da Blindagem (PEC 3/2021)

Aprovada na Câmara em setembro de 2025 por 353 a 133: voto secreto para sustar prisões de parlamentares, restrição a medidas cautelares e congelamento da prescrição. Pendente no Senado.

Bloqueio do fim da escala 6x1

A PEC segue obstruída no Senado sob lobby de cerca de 3 mil entidades patronais — em um Congresso com bancada empresarial de mais de 200 parlamentares contra cerca de 41 da bancada sindical (Diap).

PL 1904/2024

Propôs pena maior para a vítima de estupro que aborta do que para o agressor — em um país onde cerca de 20 mil meninas de até 14 anos se tornam mães por ano.

Agilidade para aprovar retrocessos; paralisia deliberada diante das demandas sociais. É essa assimetria que o movimento nasce para enfrentar.

O que defendemos

A pauta primeira é a democracia — e os direitos que ela garante

O Time da Democracia defende os princípios democráticos — o Estado Democrático de Direito e a soberania popular —, a independência harmônica entre os Poderes e o respeito às instituições. O objetivo: um Congresso Nacional dedicado à defesa e à promoção dos direitos que a Constituição garante a cada brasileiro.

Liberdades individuais

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